quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

And now for something completely different...



Desta o senhor Carlos Peixoto não se lembrou!

sábado, 19 de Dezembro de 2009

Espetada de Robalo à transmontana



já não havia pimentos...

Casar e o cozido com todos

De acordo com Carlos Peixoto "quem admite um casamento homossexual pode também vir a aceitar o casamento entre irmãos, primos directos ou pais e filhos".

No cozido com todos o senhor Carlos Peixoto esqueceu-se do casamento com animais, plantas e objectos inanimados... mas eu lembrei-me de colocar aqui uma fotografia:

quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009

Pelo menos fazem-nos rir III

segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

Duplas de sucesso

Depois de Laurel & Hardy...



Vara e GoRdinho


O R é para homenagear os belos dos robalinhos ;)

domingo, 13 de Dezembro de 2009

Quem quer deRobalo?

Pelo menos fazem-nos rir II

quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

Pelo menos fazem-nos rir





«Eu à pouco estava a perguntar de onde é que saiu este palhaço, aquele senhor,(...) eu nunca tinha visto um palhaço permanente numa comissão parlamentar (...) Acho que devem-no ter eleito exactamente para isso, para nos animar».

http://www.youtube.com/watch?v=lp0Fu3c22Cw

terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

Divagação

"A história não é complicada, nem difícil de contar. É apenas mais uma onde a miséria e o instinto de sobrevivência conluiem para anular os escrúpulos de uma pessoa e anular a boa índole, tal como é socialmente definida, que ela não existiria se não existisse sociedade porque lhe retirávamos o objecto de acção e o adjectivo “boa” tornar-se-ia desnecessário."

Por vezes escrevo sem pensar e só depois fico a pensar no que escrevi.

Não deixa de ser curioso como a boa índole é um atributo atribuído ao indivíduo mas que fica descontextualizado fora do contexto da sociedade (entendida como um grupo de indivíduos). Não me parece que faça sentido caracterizar a índole se não numa perspectiva de relação com os outros, seja ela comparativa, agregadora ou disruptora. O mesmo parece acontecer com os outros atributos.

Generalizando, pode classificar-se um atributo de um indivíduo mas, para o caracterizar, para o adjectivar, é necessário que exista um termo de comparação abrangente e no caso do Ser Humano, o termo de comparação é a Humanidade ou a sociedade, para não utilizarmos a palavra Humanidade num assunto que não merece uma palavra de tamanha grandeza.

Uma comparação feita contra o universo global, diz-nos a estatística, terá um valor também ele global e uma comparação entre dois indivíduos pecará por ser redutora: o Horácio poderá ter melhor índole que o Firmino e, ainda assim, ser uma pessoa terrível, porque todas as pessoas restantes poderão ser melhores.

Esta obsessão de nos compararmos e a forma como o fazemos tem uma curiosidade - permite que sobressaiam os extremos, os positivos e os negativos, aqueles a quem apelidamos de génios ou facínoras, o pólo onde se encontram é, habitualmente, mais uma questão de perspectiva ou oportunidade do que outra coisa, mas esse é um outro assunto.

Curiosamente parece-me que o mesmo fenómeno tem um efeito perverso, porque se nos comparamos sempre à média estamos a coarctar a nossa capacidade de desenvolvimento e, por inerência, de toda a sociedade. Além disso, acontece que muitas vezes não suportamos esses mesmos génios, chegamos a destruí-los, por não conseguirmos enfrentar a nossa incompetência. A mediocridade é uma força poderosa porque tem o poder da média. A inteligência é fraca porque tem a fraqueza do pedestal. Ambos têm poder construtivo e destrutivo. Então porque é o poder destrutivo aquele que é utilizado sem parcimónia e só a espaços se constrói? Apenas porque requer menos esforço. Um "não" encerra mil palavras e um "porquê" levanta 5000 questões!

Não seria melhor compararmo-nos com quem percebemos ser melhor do que nós? Não faria mais sentido que, após identificar os génios, estabelecêssemos um novo padrão, acima do anterior, com os quais a comparação identificasse discrepâncias que teriam que ser trabalhadas para elevar o termo de comparação médio? Chama-se a isto crescimento sustentado.

Porque continuamos aos solavancos?

quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

Tempo

Tudo se pode definir com base no tempo mas nada serve para o definir. A física procura defini-lo utilizando o conceito de duração - o tempo é a duração verificada entre dois acontecimentos.
Antes e depois dos acontecimentos limites existe o nada. Não há tempo para pensar nisso...

Pela definição o tempo preenche mas a experiência diz-me que ele esgota.
A duração
que medeia duas batidas do coração
que separa uma lágrima de um sorriso
que divide a vida da morte
que defende a unidade do todo
que colapsa a unidade no todo

Por que esperas ó tempo, tu, que sempre foste o que virás a ser?

esperas que passe, não é?!
porque o tempo cura tudo... até a passagem do próprio tempo...

domingo, 22 de Novembro de 2009

Extinção!!

AAAAAARRRRGGGGHHH!!!!!

Diz a RTP que diz o National Geographic que os ruivos estão a acabar!

Que estamos fadados à extinção em 50 anos!!

A culpa é dos estúpidos dos genes (que não de genes estúpidos) que parece que só fazem ruivos quando encontram genes muito específicos (não é à toa que eu sou como sou hehehe).

"Os cabelos vermelhos são causados por uma mutação no gene MC1R. Também é um traço recessivo, que precisa que ambos os pais passem a versão mutante do gene MC1R para produzir uma criança ruiva. Por ser recessiva, não é raro essa característica pular uma geração, aparecendo após ter pulado uma ou mais gerações se ambos os pais, independentemente de sua cor de cabelo, foram portadores do gene dos cabelos vermelhos."

Isto seria uma péssima notícia porque os ruivos dão côr ao mundo :)

Um pouco de pesquisa na net e afinal este tipo de notícias é cíclica e não tem fundamento científico... enfim... agora perguntem como é que estas notícias passam no telejornal da RTP1?!

segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

Sopa da Pedra

Bom, vamos lá a ver... um restaurante vegetariano está para mim como a sopa de pedra está para o frade, isto é, estava tudo muito bom mas, o que fazia mesmo falta, era um bocadinho de toucinho para lhe dar gosto e talvez um bife ou um naco de tamboril para lhe dar consistência.

Como são muito ciosos da sua vegeterianisse não tive tal sorte. Aliás, até o "crumble da avó" que vinha escrito no menú tinha a palavra "vegan" escrita a vermelho bem na sua frente, não fosse por lá alguém pensar que havia uma avó de carne e osso lá dentro!


Acabei por não escolher nenhuma sobremesa mas nem por isso o jantar deixou de ser doce - por vezes o doce não está na sobremesa!!

A foto ficou desfocada. Por isso deixo também a "foto" da aniversariante.

domingo, 15 de Novembro de 2009

Um Mickey para as Minis

sábado, 14 de Novembro de 2009

Há obras que deixam eco

sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

And now for something completely different

-... ah e tal, sabes... é que eu sou judeu.
O meu número da porta é um 3 ao contrário

- um 3 ao contrário?!

- É

sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Ultimamente pareço


um peixe fora de água....

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

Identidade

Eu sou um pouco de vós.

Eu sou um pouco de voz,
um timbre de lamento,
um momento, em que uma nota se consumiu.
Sôo vivo noutro tempo,
nota composta em crescendo!...
Ou em surdina vou morrendo,
insinuação de algo que não se ouviu.

Eu sou um pouco de vós.

Sou um pouco de olhar,
fugaz ou insistente,
pungente e deliberado como uma lança.
Rasgo se olho em frente
e questiono, penetrante...
ou derreto o gelo num doce instante
e consome-se o olhar numa chama imensa.

Eu sou um pouco de vós.

Ora sou copo cheio de nada
ora um copo vazio de tudo,
consoante a face que enfrenta o espelho.
Umas vezes amarrado e mudo.
Outras, maior que o mundo!
Umas vezes cheio até ao fundo
Outras vazio e velho.

Eu sou um pouco de vós.
Mosaico físico,
filigrana espiritual.
Átomo por átomo, seremos iguais no final.
Por agora, apenas um pouco de vós.

sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Saramalho II

domingo, 25 de Outubro de 2009

Saramalho

quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

Coisas que me intrigam...









A trigonometria foi uma matéria que sempre me intrigou, enquanto estudante.

Por que razão haveria eu de querer saber que um ângulo tinha "x" graus? Ou saber que um ângulo recto tem 90º quando uma recta tem 180º e um triângulo isósceles tem dois lados iguais? Ainda para mais é mentira que um triângulo isósceles tenha que ter dois lados iguais.
Este, por exemplo, tem três lados diferentes e é isósceles!

Já quanto às rectas, vejam bem um dos postulados que tínhamos que saber: "Numa recta, bem como fora dela, existem vários pontos". Exclamação!! Deve ter sido o Marcelo Rebelo de Sousa a escrever isto...
A bem da verdade, devo dizer que há um tipo de ponto que não existe nas rectas - o ponto final.

A trigonometria devia ser dada na pré-primária! Aí sim, tinha interesse em pirâmides, em cubos e outras geometrias, todas muito bem empilhadas, umas em cima das outras... para deitar tudo abaixo depois com uma pancada faraónica.





Outra coisa de que nunca gostei foi resolver problemas que envolvessem fruta. "se juntar duas laranjas, um pêssego, uma banana, 10 cerejas, 20 uvas e uma ameixa, com quantas peças de fruta fica o menino?" - bem, a resposta varia se comer ou não as frutas, por isso não é importante. Depois vieram os ramos das inequações, sendo que uma inequação, apesar de nascer num ramo, não é uma fruta, caso contrário poderia pertencer ao problema acima enunciado. Entretanto fomos apresentados aos números negativos, que transformavam a fruta em fome. Mais tarde os números transformaram-se em letras e, por exemplo, b+a+n+a+n+a podia na realidade corresponder a vários cachos do dito fruto. Então vieram as séries e os limites. A única semelhança é que tal como as actuais, também as séries matemáticas parecem não ter limite e gastam-nos os neurónios até à exaustão.

E afinal, chegamos ao fim a pensar o mesmo que no início, ou seja, a matemática é mesmo uma grande salada de fruta.









Há para todos os gostos e feitios. Umas veneram anjos, outras destroem aviões contra edifícios, a algumas não lhes toca a vaca, a outras o porco, a todas o diabo. Umas apreciam figuras de lutadores de sumo com bolinhas no cabelo, outras preferem o top-model esguio em que a cruz é literal e, por uma vez, não é a anorexia, todas amam alguém, muitas odeiam alguns e o que todas desejam é ser adoradas.

De todas as religiões, aquela onde é destilada mais fé ou fé mais ardente chama-se Euromilhões. Tenho visto perfeitos agnósticos que, em face de um pequeno papel com alguns números, a sua bíblia resumida, que a completa só existe no Totoloto 5 semanas, rezam fervorosamente e esperam a chegada do messias, 6ª após 6ª, em frente à televisão, que já não está na moda descer a voar por entre um punhado de nuvens brancas e fofas!

Percebo a fé, afinal todos nós somos ignorantes desde o dia em que nascemos até ao dia em que morremos. Já as religiões não as compreendo. São meras organizações que canalizam a fé para um objectivo tão básico quanto oculto e que não é mais que o perpetuar de um status quo centenário, um poder invisível mas bem palpável, que é utilizado por diversas estruturas e grupos de poder, sendo por isso um poder concentrado e simultaneamente difuso.





Partidarismo é algo muito parecido com a máfia. A diferença encontra-se essencialmente na proporcionalidade directa entre o número de letras de cada palavra e o respectivo número de correligionários ou seja, no número de mafiosos que compõem cada organização.

Mais a sério, o partidarismo é um mal necessário, como quase todos os males e os bens, que são sempre necessários para uns e desejavelmente descartáveis para outros. Neste caso, são a única forma de garantir que um bando de inúteis se concentre a tempo integral numa luta por um poder que pode nunca chegar. Se não for inútil não perde o seu tempo a tentar subir a pulso pela estrutura de um partido, que isso de dar facadas nas costas, apoiar-se com os pés na cabeça de outros, vulgo espezinhar, e lamber botas e sabe-se lá que mais é chato, é amargo e às vezes provoca a sífilis.

No limite, não havendo partidos, como se formaria um Governo?

Imaginemos: um qualquer indivíduo avançaria e criaria uma lista de amigos, não necessariamente ligados por sangue, caso em que seria uma monarquia, mas seriam amigos próximos porque são aqueles em quem mais confiamos. Será que nesse grupo de amigos haveriam pessoas com valor suficientes para tal desafio?

Supondo que não acontecia assim, convidaria outros indivíduos influentes e aí... teríamos um partido.

Retomando o raciocínio, podemos ter outra alternativa: se se candidatassem a título individual e, só depois, todos eleitos na Assembleia, escolhessem os representantes de cada pasta e decidissem à posteriori as medidas a tomar... em quem votaríamos nós realmente? Que esperança poderíamos depositar numa única pessoa cuja autonomia, influência ou poder é uma incógnita até bem depois do nosso voto? E será que se a equipa incorporasse outras pessoas que nós não gostaríamos de ver à frente dos nossos destinos ´ficaríamos confortáveis? E será que faz sentido votar em pessoas ou em projectos?

É claro que existem respostas teoricamente correctas mas verdadeiramente impossíveis de aplicar e, por isso, sujeitamo-nos a um mal menor.

Habitualmente confundido com clientelismo, o partidarismo tem demonstrado frequentemente não ser assim, senão atente-se nos casos exemplares de Felgueiras, Oeiras, Gondomar, Marco de Canaveses, Funchal, Freeport, Mota-Engil, IPE - Participações Empresariais do Estado, Cascais, SLB, FCP e SCP, BPN, submarinos, Moderna, etc., etc..

O que me faz confusão no partidarismo é a sua base de apoio. Faz-me confusão que as pessoas olhem para um partido como algo que devem defender de forma acérrima, na maior parte das vezes nem sequer conhecem os seus fundamentos, a sua ideologia, mas estão sempre prontos para mais uma festa, mais uma confusão, mais um voto.

Quando à pergunta "vota em quem?" a resposta é "voto no partido x"... eu troco de assunto.












Para completar a trilogia dos idiotas juntemos o futebol à religião e ao partidarismo.

"O Benfica é o maior partido religioso do país. "

Acho que isto resume tudo.

terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Leite estragado

Acontece quando se abre um pacote de leite e se deixa aberto durante demasiado tempo.

Acontece quando o prazo de validade já passou.

Acontece no PSD.

É tempo de ir às compras.

sábado, 17 de Outubro de 2009

Cãota-me lá porquê...

Hoje vi um cão que se passeava a si próprio, com a trela na boca, sem sinais do dono por perto.

Fiquei a pensar no assunto.

Será o cão tão independente que pode sair sozinho à rua, leva a trela pois claro, levaria também a identificação para não correr o risco de ir parar ao canil, com a garantia que voltaria a casa finalizado o seu passeio?

Será tão ignorado em casa que até o momento do passeio o dono lhe nega? E assim vai sozinho, o cão, na sua passada de cão, cumprir com as suas necessidades, quiçá abrirá em casa o saco da ração ou as latas de carne para se alimentar, ou terá que meter os pratos na máquina em troca dos restos que sobejarem.

Será mais inteligente que o cão normal e, apercebendo-se que a coleira lhe provocava tropeções, decidiu-se por filá-la com os dentes antes de continuar o seu passeio?


Que cão será ele, afinal?
Não perguntei, não fosse por lá responder-me...

sexta-feira, 9 de Outubro de 2009

OBAMA, prémio nobel da paz

MAS ISTO É ALGUMA BRINCADEIRA?!

ESTÁ TUDO MALUCO?

MAS... NÃO É SUPOSTO O PRÉMIO NOBEL TER ALGUM SIGNIFICADO?!?!?!?

quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

Think out of the box

Abraham Maslow - "If you only have a hammer, you tend to see every problem as a nail."

Podia ter sido o G.Bush a dizê-lo, com conhecimento de causa.

segunda-feira, 5 de Outubro de 2009

Sombras

A sombra segue-nos, imita-nos, pisa-nos os passos e os pés.

Mantém-se preguiçosa atrás de nós, ou passa-nos à frente e adivinha os nossos movimentos. Por mais que tentemos, não lhe conseguimos fugir nem ver a expressão.

Também ela não vê a nossa e por isso, até pode duvidar que tenhamos uma, como duvidamos nós que a tenha a sombra e, duvidando ambos, mantemo-nos de costas voltadas.

A sombra é mais uma dimensão de cada um de nós, uma dimensão onde não conseguimos guardar nada conscientemente, de onde não conseguimos extrair nada, é o buraco negro da nossa existência.

Ela guarda tudo aquilo que nós rejeitamos, tudo aquilo que queremos ver pelas costas e, talvez por isso, não lhe consigamos ver a expressão, nem ela a nós e vivamos de costas voltadas.

domingo, 4 de Outubro de 2009

Eu é que não sou parvo!




E sei bem em quem não voto.

sábado, 3 de Outubro de 2009

Confronto de Titãs

quinta-feira, 1 de Outubro de 2009

De pernas para o ar


Quando o mundo se vira de pernas para o ar, falta-nos uma bóia a que nos agarremos.

Eis a bóia!

Não a larguem até que se volte outra vez o mundo e, aí, cuidado para não cair de cabeça.

Rappel


O céu, chama viva e ardente.
A terra, amálgama de chapa fria.

Não quero nenhum e agarro a ilusão de um rappel feito de nenhures para lado algum, repousando num corpo em equilíbrio periclitante, atravessando esses desertos de temperaturas extremas, guiado por uma luz distante que encandeia e mascara o fim.

Não fora assim a luz e a vida não seria uma viagem, que ninguém pisaria trilho de pedra ou mato sabendo que em algum ponto seria certo ver o fim.

quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

Conversas de esplanada II

Descobri agora que o espiritismo e a astrologia são como um jogo de monopólio. "Tu és gémeos e agora vais para a casa nove, o Alexandre é escorpião e vai para a sete. Aliás,nós as três vamos todas para a nove, o que é bom"; "tu estás quase lá, já sabes que tens que andar ainda não o fizeste mas pelo menos já sabes que tens que ir"; "ela diz que não acredita nestas coisas mas anda metida em exorcismos, que nisso já acredita"; "ele está tramado porque vai para a casa x"; "não acredito como há alguém que pense que não está destinado a..." "a entidade disse-me que estava na altura de agir"

huummm....

pequenas considerações completamente irrelevantes:
- parece-me que a casa nove está sobrelotada. Só por cauda da mesa do lado tem que ser, no mínimo um T3, se mais alguém se lembra de lá ir parar ou é obrigado a lá ir parar... se calhar tem que dormir no chão ou no sofá; por outro lado, grande pândega que vai acontecer na casa nove!!
- pelos vistos neste monopólio existe a casa do exorcista... no que eu conheço existia era a prisão, deve ser mais ou menos a mesma coisa
- a entidade deve ser o banco, ou então o jogador do lado, farto de esperar que lancem os dados.
- o escorpião é um signo mal-amado, tadinho
- como é que se ganha neste jogo? É quem tiver o maior rebanho de capricórnios? O maior número de virgens no céu? A maior manada de Touros? um aquário maior que o Oceanário?

Psicólogos deste país ataquem as esplanadas! Há trabalho por aqui para uma vida inteira, contando com o tempo de possessão e tudo!

segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

PSD! PSD! PSD!

Ouvia o noticiário da SIC, hoje até estava a ouvir com atenção o bloco noticioso político por causa da demissão do assessor do presidente da República e, eis que passa a peça sobre a campanha do PSD.

A falta de conteúdo era a normal. Aliás, era o normal independentemente do partido, dado que a política, em Portugal pelo menos, faz-se de truques e traques (intrigas, parvoíces, estultices e seguidismos partidários) com a habitual complacência, diria mesmo conivência, das televisões.

Apesar do habitual vazio, estava a seguir com um interesse masoquista a peça do PSD e lá andavam todos nas ruas, bandeiras em punho a distribuir abraços que ninguém quer beijinhos da Manela, o jornalista ia descrevendo o que se tinha passado até que muda a agulha da observação e refere um pequeno incidente que se passou com um condutor mais enervado por não conseguir passar com a viatura pelo meio do maralhal que acompanhava a líder social-democrata. Na reportagem vê-se o senhor de meia-idade, fora da viatura mas já a voltar para dentro da mesma, visivelmente perturbado com o incómodo que estava a sofrer e o jornalista ia dizendo, por cima da peça, que os ânimos se exaltaram e que quase chegaram a vias de facto o condutor e um ou mais indivíduos indeterminados. Enquanto o condutor se dirigia para a viatura começou-se a ouvir a mole a gritar PSD! PSD! PSD! como se dessa forma conseguissem expulsar o "provocador" à força de tanto berro ou, pelo menos, intimidá-lo ou demonstrar-lhe que ele era apenas um pacóvio que se estava a meter com um maralhal de gente e que se não se pusesse a andar dali para fora (como se ele pudesse) ainda tinha que defender alguns punhos com os dentes. Fiquei com a ideia de que a mole humana ficou indignada de se ver confrontada por um caga-tacos que não partilhava da sua ideologia e que por isso, não tinha direito à sua individualidade, à sua opinião.

Lembrei-me ainda do caso em que a estrela principal foi o dirigente socialista Francisco Assis quando foi a Felgueiras, na altura da "Fatinha dos sacos azuis que fugiu para o Brasil, voltou e ninguém lhe consegue tocar" e que, para além do susto, ainda sofreu uns encontrões e umas palmadinhas nas costas, de camaradagem certamente, dado que eram todos do mesmo partido...

Enfim, voltando à actualidade, nada de grave terá acontecido, muito menos o PSD ou a Manela tem alguma culpa do sucedido, de certeza não foi planeado porque é mais do que sabido que da Manela não se conseguem nem planos, nem medidas, nem decisões, nem nada e apenas escrevo este post porque não consigo deixar de sorrir ao rever mentalmente a cena em que dezenas de pessoas começam a apupar uma pessoa ao som de PSD! PSD! PSD!

sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

Hoje a passarola não voava



A maré subiu tanto que a conseguimos ver por baixo.

Resta-nos esperar que caia.

Quem tem raízes que se agarre...

quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

Red Bull dá-te asas !!



Tivera eu muitas vontades para subir com esta vela, qual passarola do padre Bartolomeu...