segunda-feira, 11 de maio de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Gota d'Água - Musical e tragicomédia de Chico Buarque no CCB
sexta-feira, 24 de abril de 2009
It's an alien world
Notícia no portal IOL:
Um astronauta americano com 77 anos, membro da tripulação "Apollo 14" afirma que a Nasa encobre o facto de existir vida no espaço e que os aliens são "hostis" mas "que já foram embora"; que são "pequenos e estranhos" e que sabe ter sido esse fenómeno "abafado por todos os governos nos últimos 60 anos".
Cita a fonte como sendo o jornal britânico The Telegraph.
Achei a notícia ridícula por vários motivos:
1º)Com 77 anos, parece-me que poderá já não saber muito bem o que diz ou pelo menos está susceptível a algumas "confusões" (não desfazendo dos que mantém a sua sanidade!)
2º)A afirmação surge num jornal inglês (The telegraph) o que também não dá muita confiança...
3º) "Os aliens são hostis mas já se foram embora" - foram-se embora porquê? afinal não encontraram nada que lhes servisse? De medo não foi certamente, dado que a tecnologia necessária para aqui chegar estaria muito para lá da nossa.
4º) É curioso como os aliens entram em contacto apenas com os governos e forças militares! Enfim, são tão avançados que conseguem identificar quem realmente tem poder!!
5º) E mais niguém os consegue ver com tanto paparazzi que para aí anda!!!!
Enfim,...fui ler a notícia ao site e, a não ser que a notícia impressa seja diferente da notícia online, o que é possível, quem a adaptou para o IOL tinha acabado de comer cogumelos às cores ou então tinha acabado de ler algum livro do David Brin.
E a conclusão é... porque raio perco eu tempo a ler as notícias do IOL?!
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Happy BirthdEye
segunda-feira, 20 de abril de 2009
to ler ou not to ler
Não ter internet em casa faz com que tenha muito mais tempo para a leitura:
Ando a fazer a digestão de:
O olho do mundo – Robert Jordan
Scorecard de Capital Humano de José Bancaleiro
De Bom a Excelente de Jim Collins
The Mind Map Book de Tony & Barry Buzan
O primeiro é de aventura/fantasia à la “Senhor dos Anéis”; aliás, é uma cópia decalcada ou então uma extensão da grande obra de tolkien
Os restantes, são leitura profissional. A practicalidade de José Bancaleiro na gestão de Recursos Humanos, a curiosidade de uma liderança de nível 5 que não se encontra nas empresas nem nos nomes mais sonantes (de acordo com Jim Collins e uma ferramenta interessante para trabalhar a memória, a criatividade e a organização nos mapas mentais dos Buzan.
Confesso: São todos interessantes mas gosto mais do primeiro :)
Ando a fazer a digestão de:
O olho do mundo – Robert Jordan
Scorecard de Capital Humano de José Bancaleiro
De Bom a Excelente de Jim Collins
The Mind Map Book de Tony & Barry Buzan
O primeiro é de aventura/fantasia à la “Senhor dos Anéis”; aliás, é uma cópia decalcada ou então uma extensão da grande obra de tolkien
Os restantes, são leitura profissional. A practicalidade de José Bancaleiro na gestão de Recursos Humanos, a curiosidade de uma liderança de nível 5 que não se encontra nas empresas nem nos nomes mais sonantes (de acordo com Jim Collins e uma ferramenta interessante para trabalhar a memória, a criatividade e a organização nos mapas mentais dos Buzan.
Confesso: São todos interessantes mas gosto mais do primeiro :)
sexta-feira, 17 de abril de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Random thoughts...
Há palavras normais e palavras premium. O mesmo acontece com as expressões.
A culpa não é do marketing! É da formatação do nosso cérebro. As palavras são apenas instrumentos, chaves que abrem determinadas portas.

e todos nós exigimos premium! Ainda que, por vezes, queiramos apenas pagar o básico.
Ou como diz um amigo meu: "bifinho do lombo"
A culpa não é do marketing! É da formatação do nosso cérebro. As palavras são apenas instrumentos, chaves que abrem determinadas portas.

e todos nós exigimos premium! Ainda que, por vezes, queiramos apenas pagar o básico.
Ou como diz um amigo meu: "bifinho do lombo"
terça-feira, 7 de abril de 2009
Pensamento do Dia
A eternidade é infinita ou a raça humana torna-a finita quando a liga à sua existência?
segunda-feira, 6 de abril de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
segunda-feira, 30 de março de 2009
Turnover
Um estudo efectuado nos Estados Unidos, em especial na indústria informática, a propósito do aumento sustentado do turnover (saída voluntária) que se verificou nos últimos anos, chegou à conclusão que a principal razão para tal facto se encontrava na desconfiança existente entre o management e os empregados.

Gostava de conhecer os resultados de um estudo semelhante efectuado em Portugal...
Gostava de conhecer os resultados de um estudo semelhante efectuado em Portugal...
terça-feira, 24 de março de 2009
Home sweet home

A paz ensurdecedora do topo do mundo é a experiência mais purificadora que conheço. Antes de subir ao topo convém fazer backup da memória porque é certo que após algum tempo esquecemo-nos que o mundo existe. E se a ignorância que resulta do esquecimento não nos purificar, não sei o que o poderá fazer.

O bem e o mal não têm significado aqui. Dorme. Fecha os olhos e flutua na névoa eterna dos sonhos que não existem senão aqui; dos sonhos em que o desejo se extingue na imensidão deste mundo imaginário, porque impenetrável à vista. Poderás desejar o que não vês? Claro que sim, mas desejar o quê e com que intensidade, se não podemos medir a distância que separa a imaginação da realidade?
Desencontros
sexta-feira, 13 de março de 2009
A Máscara - parte II
Porque é que as pessoas escrevem em blogs aquilo que não ousam dizer noutro contexto?
Acarinho a ideia de que os blogs tenham nascido como um “upgrade” tecnológico dos diários de papel, usados essencialmente por adolescentes do sexo feminino. Se não foi assim, penso que, pelo menos, se tenham disseminado pela mesma razão: a possibilidade de alguém se abrir ao exterior sem comprometer o seu 'eu' social, sem passar pelo crivo da censura, da frieza, da indiferença, da chacota e da estupidez dos outros que provavelmente resultaria de uma abertura real do nosso íntimo. Porque revela fraquezas, vulnerabilidades, que são exploradas pelos outros, ou assim o pensamos, de um modo que nos rebaixarão ou vexarão. Desta forma, é muito mais confortável abrirmo-nos ao mundo encobertos pela capa do anonimato, resguardados na segurança de um "nickname" que tanto nos pode descrever, como descrever um alter-ego ou alguém que nós gostaríamos de ser, com a vantagem adicional de termos a fantasia de que alguém está a ler o que escrevemos, o entende e se solidariza connosco. Alguém para além de nós. É esse o “upgrade” do diário de papel. Passamos do “one-on-one” fictício para um “one-to-many”.
Contudo, o anonimato de um blog é uma ilusão a partir do momento em que o divulgamos a um amigo. Esse é o momento em que passamos a pertencer ao universo global e deixamos para trás o nosso microcosmos. É o momento em que um post pessoal deixou de ser privado porque mais alguém tem acesso a ele. Alguém que nos conhece. Alguém que nos conhece e que conhece outras pessoas, que conhecem outras pessoas e, em poucas interacções, chegamos a alguém que conhece o Dalai Lama, o Barak Obama ou o Alberto João Jardim e podemos até interagir com eles. Os blogs deixaram de ser diários românticos onde alguém se expressa para uma proto-imagem de si próprio, alguém que nos compreende, para passarem a ser redes de contacto, redes de comunicação tentaculares que nos levam de um lado ao outro do planeta num infinitésimo de segundo, canais virtuais que levam o nosso ideário junto de outros onde pode ou não ser confrontado pelos outros, cada um interpretando-o à sua própria luz, produzindo reacções tão distintas quanto distintas forem as culturas, as vivências, as ideologias...
Quando se escreve num blog e se torna esse blog público está-se deliberadamente a aceitar que o mesmo seja sujeito ao escrutínio dos restantes. Diria mesmo que esse é o desejo impulsionador para a criação do blog. Mas ninguém nos garante que as respostas, a existir, serão tão cândidas quanto as do nosso 'eu' do diário de papel.
E isto pode acontecer no anonimato total do autor ou num anonimato parcial, sendo que será quase inevitável que aconteça no segundo caso. Principalmente, quando todos, por norma, flutuam debaixo do mesmo véu de obscuridade, agigantando-se de coragem por serem absolutamente invisíveis (É o mesmo fenómeno do condutor português ainda que com contornos menos obnóxios).
Por isso acho curioso que se verifiquem algumas coisas como:
- alguém ficar melindrado por causa de uma resposta a um post (que não seja ofensiva ou de educação duvidosa)
- alguém existir na blogosfera e ficar chocada com a interacção
- alguém criar um blog, divulgá-lo e depois ter medo de escrever nele para que ninguém a quem o divulgou perceba a que se refere.
- alguém escrever um post e não perceber que pode provocar uma reacção inesperada ou uma interpretação distinta.
Esta é a minha forma de ver este mundo. Não creio que esteja errada, mas já me enganei antes.
Deparei-me entretanto com outras formas, com outras existências, com outras máscaras que vêm o mesmo mundo de outra forma. Tanto ficam geladas comigo, como entram em ebulição.
De um modo ou de outro, para mim é sempre causa de degelo.
Contudo, o anonimato de um blog é uma ilusão a partir do momento em que o divulgamos a um amigo. Esse é o momento em que passamos a pertencer ao universo global e deixamos para trás o nosso microcosmos. É o momento em que um post pessoal deixou de ser privado porque mais alguém tem acesso a ele. Alguém que nos conhece. Alguém que nos conhece e que conhece outras pessoas, que conhecem outras pessoas e, em poucas interacções, chegamos a alguém que conhece o Dalai Lama, o Barak Obama ou o Alberto João Jardim e podemos até interagir com eles. Os blogs deixaram de ser diários românticos onde alguém se expressa para uma proto-imagem de si próprio, alguém que nos compreende, para passarem a ser redes de contacto, redes de comunicação tentaculares que nos levam de um lado ao outro do planeta num infinitésimo de segundo, canais virtuais que levam o nosso ideário junto de outros onde pode ou não ser confrontado pelos outros, cada um interpretando-o à sua própria luz, produzindo reacções tão distintas quanto distintas forem as culturas, as vivências, as ideologias...
Quando se escreve num blog e se torna esse blog público está-se deliberadamente a aceitar que o mesmo seja sujeito ao escrutínio dos restantes. Diria mesmo que esse é o desejo impulsionador para a criação do blog. Mas ninguém nos garante que as respostas, a existir, serão tão cândidas quanto as do nosso 'eu' do diário de papel.
E isto pode acontecer no anonimato total do autor ou num anonimato parcial, sendo que será quase inevitável que aconteça no segundo caso. Principalmente, quando todos, por norma, flutuam debaixo do mesmo véu de obscuridade, agigantando-se de coragem por serem absolutamente invisíveis (É o mesmo fenómeno do condutor português ainda que com contornos menos obnóxios).
Por isso acho curioso que se verifiquem algumas coisas como:
- alguém ficar melindrado por causa de uma resposta a um post (que não seja ofensiva ou de educação duvidosa)
- alguém existir na blogosfera e ficar chocada com a interacção
- alguém criar um blog, divulgá-lo e depois ter medo de escrever nele para que ninguém a quem o divulgou perceba a que se refere.
- alguém escrever um post e não perceber que pode provocar uma reacção inesperada ou uma interpretação distinta.
Esta é a minha forma de ver este mundo. Não creio que esteja errada, mas já me enganei antes.
Deparei-me entretanto com outras formas, com outras existências, com outras máscaras que vêm o mesmo mundo de outra forma. Tanto ficam geladas comigo, como entram em ebulição.
sábado, 7 de março de 2009
Escutismo
Ontem escutei. Comecei por escutar zurzidos incompreensíveis. Depois os zurzidos ganharam corpo e tornaram-se consequentes. Mais tarde deixaram de ser zurzidos e passaram a ser queixumes, opiniões, perguntas e respostas, diálogos sérios e tontos. Já de madrugada fiz o resumo do dia com a leveza de uma conversa chill out e acabei a sonhar com gatos.
às vezes sabe mesmo bem procrastinar com a doçura de uma(s) boa(s) conversa(s) até às tantas, ainda para mais com pessoas inteligentes...
às vezes sabe mesmo bem procrastinar com a doçura de uma(s) boa(s) conversa(s) até às tantas, ainda para mais com pessoas inteligentes...
quinta-feira, 5 de março de 2009
O custo do pão
O pão é O alimento base dos portugueses. Daqueles que acompanham caviar com pão, dos que acompanham enchidos com pão, daqueles que barram nele a manteiga ou daqueles que acompanham pão com pão porque não há dinheiro para mais. Por isso, sempre que falam em aumentar o preço do pão, estão a falar no aumento generalizado do custo de vida de todas as famílias, com maior incidência naquelas que têm muito pouco.
Isto a propósito de uma dose de pão que nos foi servida num restaurante que, por sinal, até é bastante agradável, com a excepção de ter que pagar 1,5 euros por isto:

altura: 2 cms; largura: 5 cms; comprimento: 10 cms
Só mesmo por "capricho" se pode considerar este preço justo...
Isto a propósito de uma dose de pão que nos foi servida num restaurante que, por sinal, até é bastante agradável, com a excepção de ter que pagar 1,5 euros por isto:

altura: 2 cms; largura: 5 cms; comprimento: 10 cms
Só mesmo por "capricho" se pode considerar este preço justo...
terça-feira, 3 de março de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Chblog Letters ou: oh mãe! Fui premiado!
As chain letters também existem nos blogs, só agora me apercebi! Pior, pior... só dar seguimento a uma delas como estou a fazer agora. :)
O que é engraçado nestas coisas é a possibilidade de acrescentar alguma coisa ao que recebemos; um pequeno grão de areia que cause atrito e empurre a corrente numa outra direcção. Quem sabe onde vai parar?
E como São João fez a Jesus, também eu vou baptizar este movimento, dando-lhe o nome de ChBlog Letters (ler como : cheblogue, como se imitássemos o som de uma pedra alada a afogar-se num lago de águas plácidas) lavando-o assim do pecado original :p

Quem teve a amabilidade de me contemplar com este galardão foi o meu mentor bloguístico (Il Mister), revertendo o gesto, aos meus olhos, num certificado de maioridade para um cubo de gelo que ainda agora saiu da 'covete' (um pequeno aparte... não coloquem a expressão "covete gelo" no google).
Bom, como há regras para tudo, até para quebrar, aqui ficam as regras para quem receber este emblema poder perpetuar a Chblog letter:
- Publicar o link da pessoa que o/a nomeou;
- Escrever as regras no blog;
- Contar 6 coisas aleatórias sobre si;
- Indicar mais seis pessoas e colocar os respectivos links no final do post;
- Avise as pessoas que indicou, deixando um comentário nos seus blogs;
- Deixe os indicados saberem quando publicar o seu post.
Seis pinceladas em óleo sobre tela:
- quando escolho algumas músicas de forma semi-aleatória para ouvir enquanto trabalho, acabo por repetir escolhas em 70% das vezes. The Joker - Steve Miller Band está próximo dos 90%.
- O Xadrez é um jogo deprimente porque faz prevalecer o planeamento sobre a espontaneidade
- Não consigo respirar de baixo de água apesar de ser peixes
- Adoro uma boa contradição e uma tirada humorística oportuna
- Troco a Amália, o futebol e Fátima por um par de imperiais com os amigos
- A minha incapacidade para mudar o mundo é o que mais me revolta. Mas será que se fosse capaz de o mudar ele ficaria melhor?
Não sigo 6 blogues, por isso deixo aqui apenas os que sigo, excluindo o il Mister, dado que se trata da fonte para este post:
E os nomeados são:
(un)finished chapters
TEMPERAMENTOS APURADOS
Estado de fluxo
Sua Excelência!
O que é engraçado nestas coisas é a possibilidade de acrescentar alguma coisa ao que recebemos; um pequeno grão de areia que cause atrito e empurre a corrente numa outra direcção. Quem sabe onde vai parar?
E como São João fez a Jesus, também eu vou baptizar este movimento, dando-lhe o nome de ChBlog Letters (ler como : cheblogue, como se imitássemos o som de uma pedra alada a afogar-se num lago de águas plácidas) lavando-o assim do pecado original :p
Quem teve a amabilidade de me contemplar com este galardão foi o meu mentor bloguístico (Il Mister), revertendo o gesto, aos meus olhos, num certificado de maioridade para um cubo de gelo que ainda agora saiu da 'covete' (um pequeno aparte... não coloquem a expressão "covete gelo" no google).
Bom, como há regras para tudo, até para quebrar, aqui ficam as regras para quem receber este emblema poder perpetuar a Chblog letter:
- Publicar o link da pessoa que o/a nomeou;
- Escrever as regras no blog;
- Contar 6 coisas aleatórias sobre si;
- Indicar mais seis pessoas e colocar os respectivos links no final do post;
- Avise as pessoas que indicou, deixando um comentário nos seus blogs;
- Deixe os indicados saberem quando publicar o seu post.
Seis pinceladas em óleo sobre tela:
- quando escolho algumas músicas de forma semi-aleatória para ouvir enquanto trabalho, acabo por repetir escolhas em 70% das vezes. The Joker - Steve Miller Band está próximo dos 90%.
- O Xadrez é um jogo deprimente porque faz prevalecer o planeamento sobre a espontaneidade
- Não consigo respirar de baixo de água apesar de ser peixes
- Adoro uma boa contradição e uma tirada humorística oportuna
- Troco a Amália, o futebol e Fátima por um par de imperiais com os amigos
- A minha incapacidade para mudar o mundo é o que mais me revolta. Mas será que se fosse capaz de o mudar ele ficaria melhor?
Não sigo 6 blogues, por isso deixo aqui apenas os que sigo, excluindo o il Mister, dado que se trata da fonte para este post:
E os nomeados são:
(un)finished chapters
TEMPERAMENTOS APURADOS
Estado de fluxo
Sua Excelência!
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Não é?!
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
in IOL
Galp aumenta vendas de produtos refinados em 12%
Time lag deu ganhos de 105 milhões no último trimestre de 2008A Galp Energia cresceu 12 por cento nas vendas de produtos refinados no último trimestre do ano de 2008.
Em comunicação ao mercado, a empresa adiantou que beneficiou de 105 milhões de euros na diferença de tempo em que reflecte nos preços a cotação dos produtos petrolíferos nos preços (que é de uma semana de atraso), à qual chama de time lag.
Segundo os resultados preliminares da empresa, no quarto trimestre de 2008, e dada a descida dos preços dos produtos petrolíferos nos mercados internacionais que ocorreu neste período, os resultados do segmento de refinação e distribuição foram «positivamente afectados, ao nível da margem bruta, por um efeito de time lag de 105 milhões de euros.
O valor do efeito de time lag no terceiro trimestre de 2008 foi positivo em 32 milhões de euros e no quarto trimestre de 2007 foi negativo em 27,5 milhões de euros.
O valor acumulado do efeito de time lag no ano de 2008 foi positivo em 78 milhões de euros e no período homólogo de 2007 foi negativo em 67,4 milhões de euros.
Na divisão de gás, as vendas recuaram em volume 24,1%, verificando-se ainda uma queda de 40,2% no mercado liberalizado e um aumento de 1% no mercado regulado.
Recorde-se que a petrolífera apresenta os seus resultados no próximo dia 4 de Março.
As acções da Galp 0,52% para 9,15 euros.
Será que alguém acreditou neste vigarista?
Time lag deu ganhos de 105 milhões no último trimestre de 2008A Galp Energia cresceu 12 por cento nas vendas de produtos refinados no último trimestre do ano de 2008.
Em comunicação ao mercado, a empresa adiantou que beneficiou de 105 milhões de euros na diferença de tempo em que reflecte nos preços a cotação dos produtos petrolíferos nos preços (que é de uma semana de atraso), à qual chama de time lag.
Segundo os resultados preliminares da empresa, no quarto trimestre de 2008, e dada a descida dos preços dos produtos petrolíferos nos mercados internacionais que ocorreu neste período, os resultados do segmento de refinação e distribuição foram «positivamente afectados, ao nível da margem bruta, por um efeito de time lag de 105 milhões de euros.
O valor do efeito de time lag no terceiro trimestre de 2008 foi positivo em 32 milhões de euros e no quarto trimestre de 2007 foi negativo em 27,5 milhões de euros.
O valor acumulado do efeito de time lag no ano de 2008 foi positivo em 78 milhões de euros e no período homólogo de 2007 foi negativo em 67,4 milhões de euros.
Na divisão de gás, as vendas recuaram em volume 24,1%, verificando-se ainda uma queda de 40,2% no mercado liberalizado e um aumento de 1% no mercado regulado.
Recorde-se que a petrolífera apresenta os seus resultados no próximo dia 4 de Março.
As acções da Galp 0,52% para 9,15 euros.
Será que alguém acreditou neste vigarista?
Tuguices
Acabei de ouvir a uma colega:"Em casa de ferreiro espeto de pau".
Os portugueses gostam muito de colinho, não há dúvida...
Isto não funciona, este não faz o que deve, o resultado disto não correu como esperávamos, mas já se estava mesmo a ver porque "Em casa de ferreiro espeto de pau"!
Bem acompanhado pelo encolher de ombros e esgar de sofrimento continuado.
Mais valia que depois de colocar as trancas na porta, após termos sido assaltados, não viéssemos chorar sobre leite derramado. Pelo menos isso, porque já começa a ser irritante!!
Os portugueses gostam muito de colinho, não há dúvida...
Isto não funciona, este não faz o que deve, o resultado disto não correu como esperávamos, mas já se estava mesmo a ver porque "Em casa de ferreiro espeto de pau"!
Bem acompanhado pelo encolher de ombros e esgar de sofrimento continuado.
Mais valia que depois de colocar as trancas na porta, após termos sido assaltados, não viéssemos chorar sobre leite derramado. Pelo menos isso, porque já começa a ser irritante!!
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
SMART
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
conscientia
A sério que não sei se tem algum impacto, mas acredito que sim. Há quem acredite em Deus, nos extraterrestres, na Atlântida , no mecânico ou no merceeiro. Eu acredito que temos que fazer um esforço maior no sentido de proteger a natureza e de reduzir os nossos consumos energéticos. Não porque o Al Gore diz que o fim do mundo está próximo, mas porque faz sentido. Faz sentido cada vez que molho os pés numa praia da linha e vejo plásticos a boiar. Faz sentido quando entro na casa de banho do trabalho e as luzes estão todas acesas. Faz sentido quando vejo alguém a deitar uma beata pela janela do automóvel e faz sentido quando bebo um copo no bairro alto e deparo-me com os estilhaços de copos de plástico semeados no empedrado.
Esta é a causa-tipo pela qual eu me revolto e me torno fundamentalista, porque diz respeito ao bem comum. E revolto-me porque vejo que a maioria não pensa da mesma forma, ou se pensa, não age, o que é ainda mais grave. O egoísmo é uma forma de inconsciência quando se trata do bem comum. E a inacção ou preguiça, aqui, são formas de egoísmo. E quando o egoísmo é nocivo para o próprio, um masoquismo encapotado, então é, apenas, estúpido.
Encontrei neste blog um anúncio brilhante sobre a consciência ambiental:
http://vespaaabrandar.blogspot.com/2009/02/este-e-outro-recado-bem-mais-serio-para.html
Ah... e também acredito que há vida lá fora :) tu du du du du du (x-files soundtrack). Já no mecânico, nem morto.
Esta é a causa-tipo pela qual eu me revolto e me torno fundamentalista, porque diz respeito ao bem comum. E revolto-me porque vejo que a maioria não pensa da mesma forma, ou se pensa, não age, o que é ainda mais grave. O egoísmo é uma forma de inconsciência quando se trata do bem comum. E a inacção ou preguiça, aqui, são formas de egoísmo. E quando o egoísmo é nocivo para o próprio, um masoquismo encapotado, então é, apenas, estúpido.
Encontrei neste blog um anúncio brilhante sobre a consciência ambiental:
http://vespaaabrandar.blogspot.com/2009/02/este-e-outro-recado-bem-mais-serio-para.html
Ah... e também acredito que há vida lá fora :) tu du du du du du (x-files soundtrack). Já no mecânico, nem morto.
3 regras de ouro
Fui almoçar com um amigo de longa data, também ele dedicado às artes comerciais, que não à vendilhagem e, como de costume, aproveitamos para fazer a junção dos pontos - vida, família, amigos, trabalho, etc., etc..
No meio da conversa diz ele que teve que se auto-disciplinar para conseguir trabalhar a partir de casa, sabendo eu que o grande problema dele era exactamente a disciplina, ou a falta dela. Não tenho dúvidas que conseguiu superar essa fraqueza e hoje é um grande profissional, para além das outras qualidades, anteriormente comprovadas. Conversa puxa conversa, sintetizámos as três qualidades básicas para se ser um bom profissional, especialmente na área comercial:
Disciplina:
Temos que ser capazes de nos autodisciplinar e focar nos objectivos e nas tarefas que nos permitem lá chegar
Motivação:
Motivação no sentido de não esperar por estímulos externos, porque estes surjem normalmente fora de tempo. É preciso sermos capazes de construir um modelo mental em que a motivação seja induzida por nós próprios.
Ser Positivo:
Ser positivo implica que, face à adversidade, temos que olhar para o lado positivo, porque normalmente há um ensinamento a aprender ou uma oportunidade a perseguir; por outro lado, ser positivo é fundamental no ambiente de trabalho. É inspirador e é motivante para todos trabalhar com alguém positivo. O negativismo, embora possa ser realista, tem o condão de empurrar todos para baixo, diminuindo a motivação natural.
Há mais alguns comportamentos importantes, mas esses ficam para depois, porque não foram tema desta conversa.
A propósito, um colega ofereceu-me um livro de casa-de-banho intitulado "O código da Inteligência". O título é apelativo mas, 35 páginas depois, já estava enervado com a leitura e mais parecia que estava a assistir a uma sessão comercial da Herbalife. Eu percebo que o postulado da venda se inicia com "criar/alertar/demonstrar a necessidade de um produto/serviço" mas já era demais... No entanto, cerrei os dentes e continuei a ler, acabando por encontrar algumas ideias interessantes, especialmente porque consegui enquadrá-las dentro da forma de ser de alguns amigos e também de mim próprio. De tal forma que, mal acabe de ler o livro, o vou oferecer a um de dois amigos e recomendar ao "felizardo" que o ofereça ao outro depois de ler.
É bom relembrar de tempos a tempos o que o senso comum cataloga como óbvio mas que acaba por falhar no dia a dia.
No meio da conversa diz ele que teve que se auto-disciplinar para conseguir trabalhar a partir de casa, sabendo eu que o grande problema dele era exactamente a disciplina, ou a falta dela. Não tenho dúvidas que conseguiu superar essa fraqueza e hoje é um grande profissional, para além das outras qualidades, anteriormente comprovadas. Conversa puxa conversa, sintetizámos as três qualidades básicas para se ser um bom profissional, especialmente na área comercial:
Disciplina:
Temos que ser capazes de nos autodisciplinar e focar nos objectivos e nas tarefas que nos permitem lá chegar
Motivação:
Motivação no sentido de não esperar por estímulos externos, porque estes surjem normalmente fora de tempo. É preciso sermos capazes de construir um modelo mental em que a motivação seja induzida por nós próprios.
Ser Positivo:
Ser positivo implica que, face à adversidade, temos que olhar para o lado positivo, porque normalmente há um ensinamento a aprender ou uma oportunidade a perseguir; por outro lado, ser positivo é fundamental no ambiente de trabalho. É inspirador e é motivante para todos trabalhar com alguém positivo. O negativismo, embora possa ser realista, tem o condão de empurrar todos para baixo, diminuindo a motivação natural.
Há mais alguns comportamentos importantes, mas esses ficam para depois, porque não foram tema desta conversa.
A propósito, um colega ofereceu-me um livro de casa-de-banho intitulado "O código da Inteligência". O título é apelativo mas, 35 páginas depois, já estava enervado com a leitura e mais parecia que estava a assistir a uma sessão comercial da Herbalife. Eu percebo que o postulado da venda se inicia com "criar/alertar/demonstrar a necessidade de um produto/serviço" mas já era demais... No entanto, cerrei os dentes e continuei a ler, acabando por encontrar algumas ideias interessantes, especialmente porque consegui enquadrá-las dentro da forma de ser de alguns amigos e também de mim próprio. De tal forma que, mal acabe de ler o livro, o vou oferecer a um de dois amigos e recomendar ao "felizardo" que o ofereça ao outro depois de ler.
É bom relembrar de tempos a tempos o que o senso comum cataloga como óbvio mas que acaba por falhar no dia a dia.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
vocês sabem de quem é que eu estou a falar...
Mogwai - palavras para quê?
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
º
conversa casual entre amigos.... alguém diz:
"Contrariamente à Igreja, eu concordo com o casamento entre homossexuais. Não vejo problema nenhum num casamento de um paneleiro com uma fufa!..."
:)
sorry for the french...
"Contrariamente à Igreja, eu concordo com o casamento entre homossexuais. Não vejo problema nenhum num casamento de um paneleiro com uma fufa!..."
:)
sorry for the french...
sábado, 31 de janeiro de 2009
DJ Tiga no Casino Estoril
Não me queria ir deitar sem dedicar uma loa à grande festa no Casino Estoril com o DJ Tiga. Perfeitamente desconhecido para mim, tanto podia ser o avô (Can)tiga(s) como o (Pos)tiga, mas saiu um excelente DJ, capaz de manter um ritmo constante, com uma selecção excelente de temas e com uma atitude impecável! Foi pena o Casino ter que fechar porque por ele, a festa continuava noite fora.
É claro que a festa foi boa não apenas por causa da música mas, essencialmente, por causa da boa companhia dos grandes amigos (vocês sabem quem são) e, mais importante que aqueles que foram, foram os que não foram mas que nos permitiram dar uma de VIPs com pulseirinha preta, a beber à pala no bar exclusivo do casino. Quanto mais não fosse, só o facto de podermos gozar com as pulseirinhas laranja florescente do resto do pessoal já valia a pena :). E quer se queira quer não, com mais ou menos snobismo à mistura, a verdade é que de vez em quando sabe bem estar nesta posição.
Não tem nada a ver mas ouvi uns rumores de que os casos Freeport e Maddie estão de alguma forma relacionados e que, afinal, ninguém é inocente neste mundo. Para além de mim, claro.
É claro que a festa foi boa não apenas por causa da música mas, essencialmente, por causa da boa companhia dos grandes amigos (vocês sabem quem são) e, mais importante que aqueles que foram, foram os que não foram mas que nos permitiram dar uma de VIPs com pulseirinha preta, a beber à pala no bar exclusivo do casino. Quanto mais não fosse, só o facto de podermos gozar com as pulseirinhas laranja florescente do resto do pessoal já valia a pena :). E quer se queira quer não, com mais ou menos snobismo à mistura, a verdade é que de vez em quando sabe bem estar nesta posição.
Não tem nada a ver mas ouvi uns rumores de que os casos Freeport e Maddie estão de alguma forma relacionados e que, afinal, ninguém é inocente neste mundo. Para além de mim, claro.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
A Máscara
Cada um de nós tem, pelo menos, uma. Usamo-la conscientemente para passar uma mensagem que, de outro modo, poderia não ser exequível ou credível.
O que me surpreendeu quando me apercebi disto é desconhecer até que ponto essa máscara é algo que esconde a nossa face/comportamento exterior para levarmos alguém ao engano por algo que nos interessa ou se é, pelo contrário, uma forma de desviar as atenções desse nosso exterior, para guiar alguém até aquilo que realmente somos?
A decepção está em não usar a máscara ou no seu uso?
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Calma e descontracção!
Eu que ainda sou pequenino, acho que o que falta à religião é um bocadinho de descontracção. Por isso, riam-se todos na graça do senhor:
Uma solteirona descobre que uma amiga ficou grávida só com uma oração que rezou na igreja de uma aldeia próxima.
Dias depois, a solteirona foi a essa igreja e disse ao padre:
- Bom dia, padre.
- Bom dia, minha filha. Em que posso ajudá-la?
- Sabe, padre, soube que uma amiga minha veio aqui e ficou grávida só com uma ave-Maria.
-Não, minha filha, foi com um padre nosso, mas já o transferimos.
E depois, as meninas têm que ter cuidado é com os muçulmanos, não é ?!?!
Uma solteirona descobre que uma amiga ficou grávida só com uma oração que rezou na igreja de uma aldeia próxima.
Dias depois, a solteirona foi a essa igreja e disse ao padre:
- Bom dia, padre.
- Bom dia, minha filha. Em que posso ajudá-la?
- Sabe, padre, soube que uma amiga minha veio aqui e ficou grávida só com uma ave-Maria.
-Não, minha filha, foi com um padre nosso, mas já o transferimos.
E depois, as meninas têm que ter cuidado é com os muçulmanos, não é ?!?!
A torre e o minarete.
Eu tenho uma amiga muçulmana.
Ainda não lhe perguntei se ficou ofendida ou não com o Cardeal D. José, por recomendar às raparigas portuguesas para pensarem muito bem antes de iniciarem uma relação com um muçulmano. Foi um momento infeliz de alguém que tem “responsabilidades”, porque se espera que o cargo de Cardeal seja tão político quão religioso. No entanto, a principal responsabilidade de um padre, deverá ser o seu rebanho, ou pelo menos assim o recordo dos tempos em que ia à missa. E nesse sentido, as palavras proferidas não foram mais do que o que qualquer um de nós, não muçulmano e mínimo conhecedor das práticas muçulmanas, pensa sem vocalizar. Acredito até, que muitas mulheres muçulmanas sublinhariam as palavras do cardeal, especialmente aquelas que convivem com a nossa cultura e podem ver em primeira mão as diferenças fundamentais que norteiam as nossas atitudes para com o sexo feminino. Acredito que essa minha amiga seria uma dessa mulheres, quanto mais não seja porque já sofreu uma desilusão “amorosa” que, para bem dela, não se concretizou em “casamento”.
Não sou católico, nem cristão, nem religioso, mas confesso que passei a respeitar um pouco mais o cardeal depois deste episódio.
Mas...ainda o meu medidor de respeito não tinha subido quase nada e o senhor Cardeal meteu os pés pelas mãos e entrou na demagogia outra vez, com a história da homossexualidade e de que um homossexual pode ser cristão e obedecer às práticas cristãs mas que, para que tal aconteça, não pode ter sexo (pelo menos da forma “pecaminosa” que ele quer.
Posso dizer-vos que fiquei de tal forma abismado que tive uma epifania! Nesse preciso momento, que abalou toda a minha convicção anti-religiosa descobri a fórmula matemática que justifica a posição da igreja sobre a homossexualidade!
Ora atentemos na inequação defendida pela Igreja:

Ora então, temos que didivir ambos os ramos por sexual, para eliminar a líbido do homossexual. Como se sabe, podemos multiplicar ou dividir ambos os membros da inequação por qualquer valor, desde que seja o mesmo valor. Assim ficamos com:

Também é sabido que se podem cortar valores iguais de um dado membro, levando-nos a cortar a palavra sexual, utilizando para o efeito a barra vermelha da diferença, porque é o que está mais à mão... e ficamos com:

Mais limpinho:

Ora nós sabemos pela wikipedia que Homo é o género que inclui o homem moderno e os seus parentes próximos, mas que todos nós temos algumas diferenças que nos permitem ser indivíduos únicos. Assim, o “s” de Homos vai ser utilizado para pincelar essa diferença na nossa igualdade como espécie, obtendo nós o resultado final:
(para quem não sabe, o til em cima do sinal de igual quer dizer “mais ou menos igual”)

Tcharám!!! a Igreja tem razão, corroborada com um método totalmente científico.
A implicação é demolidora:
A espécie Homo é constituída pela cristandade dividida pelo sexo!
Ainda não lhe perguntei se ficou ofendida ou não com o Cardeal D. José, por recomendar às raparigas portuguesas para pensarem muito bem antes de iniciarem uma relação com um muçulmano. Foi um momento infeliz de alguém que tem “responsabilidades”, porque se espera que o cargo de Cardeal seja tão político quão religioso. No entanto, a principal responsabilidade de um padre, deverá ser o seu rebanho, ou pelo menos assim o recordo dos tempos em que ia à missa. E nesse sentido, as palavras proferidas não foram mais do que o que qualquer um de nós, não muçulmano e mínimo conhecedor das práticas muçulmanas, pensa sem vocalizar. Acredito até, que muitas mulheres muçulmanas sublinhariam as palavras do cardeal, especialmente aquelas que convivem com a nossa cultura e podem ver em primeira mão as diferenças fundamentais que norteiam as nossas atitudes para com o sexo feminino. Acredito que essa minha amiga seria uma dessa mulheres, quanto mais não seja porque já sofreu uma desilusão “amorosa” que, para bem dela, não se concretizou em “casamento”.
Não sou católico, nem cristão, nem religioso, mas confesso que passei a respeitar um pouco mais o cardeal depois deste episódio.
Mas...ainda o meu medidor de respeito não tinha subido quase nada e o senhor Cardeal meteu os pés pelas mãos e entrou na demagogia outra vez, com a história da homossexualidade e de que um homossexual pode ser cristão e obedecer às práticas cristãs mas que, para que tal aconteça, não pode ter sexo (pelo menos da forma “pecaminosa” que ele quer.
Posso dizer-vos que fiquei de tal forma abismado que tive uma epifania! Nesse preciso momento, que abalou toda a minha convicção anti-religiosa descobri a fórmula matemática que justifica a posição da igreja sobre a homossexualidade!
Ora atentemos na inequação defendida pela Igreja:
Ora então, temos que didivir ambos os ramos por sexual, para eliminar a líbido do homossexual. Como se sabe, podemos multiplicar ou dividir ambos os membros da inequação por qualquer valor, desde que seja o mesmo valor. Assim ficamos com:
Também é sabido que se podem cortar valores iguais de um dado membro, levando-nos a cortar a palavra sexual, utilizando para o efeito a barra vermelha da diferença, porque é o que está mais à mão... e ficamos com:
Mais limpinho:
Ora nós sabemos pela wikipedia que Homo é o género que inclui o homem moderno e os seus parentes próximos, mas que todos nós temos algumas diferenças que nos permitem ser indivíduos únicos. Assim, o “s” de Homos vai ser utilizado para pincelar essa diferença na nossa igualdade como espécie, obtendo nós o resultado final:
(para quem não sabe, o til em cima do sinal de igual quer dizer “mais ou menos igual”)
Tcharám!!! a Igreja tem razão, corroborada com um método totalmente científico.
A implicação é demolidora:
A espécie Homo é constituída pela cristandade dividida pelo sexo!
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Heil to another New Year
Ano novo vida nova.
Eu bem disse que gostava de frases feitas!
E este ano, mais do que nos anteriores, a mudança é mais significativa, mais gelada. As frentes frias são muitas. Eleições, governo, oposição, crises, frio, desmotivação, desemprego, desespero, vergonha, ou a falta dela. Este, é um país triste, onde fecham a fábrica do Zé Povinho, que já estava amordaçado, onde a política é o braço sigiloso da corrupção, onde a televisão nos contagia com a crise, onde a fé perdeu a vergonha e até um paraplégico bêbado atropela um agente da GNR. O próprio céu parece urinar-nos em cima neste momento.
Para qualquer lado que olhemos, nevoeiro cerrado e ninguém colocou placas para que nós, portugueses, nos orientemos. E bem sabemos que somos orfãos de pai, desde que o D.Sebastião se finou e que, por isso, vamos logo a correr para a saia da mãe, muito chorosos, a pedir carinhos. Nem sequer pedimos ajuda, apenas conforto!
Que tontos somos!
Não acredito em neo-salazarismos, mas tenho pena de sermos uns carneiritos governados por cães e que são os lobos os únicos a tirar proveito da situação. A grande questão mantém-se: ninguém consegue mudar o sistema por dentro, porque não quer ou porque não-lho permitem e por fora... ainda está para vir a revolução que resulte. A melhor hipótese que temos, enquanto nação, é esperar que os representantes sejam moderadamente honestos e que, pelo menos, dêem uma no cravo e outra na ferradura.
Por isso, este ano, vou plantar uma placa e vou deixar a árvore, o livro e o filho para mais tarde. Uma placa a apontar para mim. Para me lembrar que sou eu que construo o meu caminho e que, mesmo que tenha que enfrentar duas opções más, saiba escolher a menos má.
E este ano, mais do que nos anteriores, a mudança é mais significativa, mais gelada. As frentes frias são muitas. Eleições, governo, oposição, crises, frio, desmotivação, desemprego, desespero, vergonha, ou a falta dela. Este, é um país triste, onde fecham a fábrica do Zé Povinho, que já estava amordaçado, onde a política é o braço sigiloso da corrupção, onde a televisão nos contagia com a crise, onde a fé perdeu a vergonha e até um paraplégico bêbado atropela um agente da GNR. O próprio céu parece urinar-nos em cima neste momento.
Para qualquer lado que olhemos, nevoeiro cerrado e ninguém colocou placas para que nós, portugueses, nos orientemos. E bem sabemos que somos orfãos de pai, desde que o D.Sebastião se finou e que, por isso, vamos logo a correr para a saia da mãe, muito chorosos, a pedir carinhos. Nem sequer pedimos ajuda, apenas conforto!
Que tontos somos!
Não acredito em neo-salazarismos, mas tenho pena de sermos uns carneiritos governados por cães e que são os lobos os únicos a tirar proveito da situação. A grande questão mantém-se: ninguém consegue mudar o sistema por dentro, porque não quer ou porque não-lho permitem e por fora... ainda está para vir a revolução que resulte. A melhor hipótese que temos, enquanto nação, é esperar que os representantes sejam moderadamente honestos e que, pelo menos, dêem uma no cravo e outra na ferradura.
Por isso, este ano, vou plantar uma placa e vou deixar a árvore, o livro e o filho para mais tarde. Uma placa a apontar para mim. Para me lembrar que sou eu que construo o meu caminho e que, mesmo que tenha que enfrentar duas opções más, saiba escolher a menos má.
Ano novo, vida nova... ou mais do mesmo.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
21 "coisas boas" e 25 "coisas más" de 2008
Enfim... estou a crescer e os aniversários existem para que possam ser comemorados e também como pontos de reflexão para que se possa avaliar um ano que passou e projectar o(s) próximo(s).
Ora o calendário gregoriano volta a fazer mais um ano e como ele não fala, há sempre um conjunto de maganos que fala por ele.
Porquê 21 coisas boas e 25 más? Porque foram mais os factos negativos. Não são sempre? Talvez porque se sintam com mais força...
Nasci há pouco tempo e podem faltar algumas "coisas" importantes. Se for o caso, acrescente-as à vontade, quem quiser...



Ora o calendário gregoriano volta a fazer mais um ano e como ele não fala, há sempre um conjunto de maganos que fala por ele.
Porquê 21 coisas boas e 25 más? Porque foram mais os factos negativos. Não são sempre? Talvez porque se sintam com mais força...
Nasci há pouco tempo e podem faltar algumas "coisas" importantes. Se for o caso, acrescente-as à vontade, quem quiser...



terça-feira, 23 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Quando o fim é o começo, não sei se digo bem-vindo ou se me despeço.
Gosto de frases feitas. E gosto de citações. Gosto do caminho que elas desbravam, mesmo que não apontem uma direcção definida. A imagem mental que me ilustra esta sensação é a de alguém que, após uma hora a cortar mato com uma catana, mato que subia bem acima da sua cabeça e que lhe toldava a visão, cortou os últimos talos de bambú ou girassol, as últimas giestas e carquejas, para se deparar com uma planície extensa, aberta, infinita de possibilidades.
Estas frases inspiram quem as ouve a pensar, a imaginar e a agir melhor do que se pendurassem uma cenoura numa vara de salgueiro à frente dos nossos olhos.
Recentemente deparei-me com uma destas frases, na blogosfera, no blog do Il Mister, amigo do peito, ‘postada’ por um tal de utopista:
“Fica a sensação de que, depois de tudo feito, ainda falta fazer... o resto.”
Num ápice, o meu inconsciente encontrou dezenas de caminhos, dezenas de possibilidades a brotar dessa única frase. Poderia criar um blog inteiro com ela. Não o vou fazer, mas voltarei a ela, seguramente, no futuro.
Para já, noto unicamente o quanto essa frase faz sentido quando aplicada ao final de cada ano...
ps.: a foto é da autoria de Paulo Arrais. Em http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://img.olhares.com/data/big/87/877634.jpg&imgrefurl=http://olhares.aeiou.pt/planicies_douradas/foto877634.html&usg=__EwOM_D3l6aNBu_Lfmo3L0_jXlOI=&h=499&w=750&sz=298&hl=pt-PT&start=16&tbnid=bikZb4QcjBB-SM:&tbnh=94&tbnw=141&prev=/images%3Fq%3Dplanicies%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DG
Delicio-me com a inteligência dos outros e surpreendo-me sempre com a minha
a propósito do Zé sempre em pé da política... que vai concorrer novamente a eleições...
A característica que mais me agrada naqueles que não conheço ou privo é a inteligência, seja ela posta ao serviço de um ideal, de um governo, de uma profissão, de um desporto ou do humor. E, por isso, acabo por respeitar alguns personagens que, de outro modo, não o conseguiria fazer, por serem demasiado extremistas ou egocêntricos ou por serem demasiado redutores e circunscritos. Fundamentalmente, por serem demasiado. É o caso do Miguel Sousa Tavares, do Miguel Esteves Cardoso, do José Saramago, do Pinto da Costa, do Marcelo Rebelo de Sousa, do Quaresma, da Odete Santos, do Manuel Alegre, do falecido Champalimaud, do Francisco Louçã e de outros que agora não me ocorrem. Não é essencial que partilhem os mesmos valores, os mesmos ideais, os mesmos objectivos ou o mesmo restaurante que nós. É fundamental encontrar neles a lógica, o fundamento e o enquadramento individual e colectivo, percebê-lo e aí, respeitá-lo como tal.
Todas estas personagens representam demasiado de alguma coisa. E isso torna-os deliciosos e interessantes.
Contudo, outros há que, também ícones de alguma coisa são, apesar de tudo, causadores de asco, repúdio ou, pelo menos, genuína estupefacção . São tão cheios de si mesmo como os outros, porventura tão ou mais inteligentes mas, em dado momento ou em vários, ultrapassaram um qualquer limite racional ou irracional que nos causa transtorno e estupefacção. Ou porque colidem com os nossos valores de uma forma demasiado frontal e absoluta, de tal modo que não há absolvição possível (é o caso do padre Frederico, para não falar noutros casos mais recentes cujos processos ainda não estão concluídos), ou porque passam incólumes e impunes pela vida ao mesmo tempo que vilipendiam os restantes,
(caso do rei do carnaval ou da salta pocinhas que ora tão rápido está aqui como fugiu para o Brasil, entre outros) ou porque colidem com os próprios valores que, supostamente, defendem (ok,ok, estes tipos não têm realmente valores... mas a verve utilizada deu jeito à prosa. Pessoalmente individualizaria a laranja mecânica que já passou por todo o lado e desistiu ou foi corrido, o nome da rosa, antigo dono da coelheira e do aparelho e o soldadinho azul mar, da marinha, das peixarias e das feiras, cada qual do seu quadrante político, todos no centro no que ao resto diz respeito, viscosos como algas que fluem ao sabor da ondulação).
Destes últimos apenas o humor os safa e lhes dá uma hipótese de redenção. Tornam-se personagens coloridas de quem nos rimos para não chorar, usando-os como expiação mesquinha das nossas raivas, frustrações e ódios: dão cabo de nós mas rimo-nos porque são estúpidos, burros, imbecis, idiotas e tudo o mais que lhes quisermos chamar. E depois dessa catarse emocional, contentes connosco e com a nossa inteligência e sagacidade, levamos a mão ao bolso e reparamos que fomos roubados... outra vez... e fico sempre surpreendido sobre como é possível que uma pessoa tão inteligente como eu se tenha deixado roubar mais uma vez...
Ou como diria o Scolari... “e o burro sou eu?!”
Pois... assim parece.
E aqui fica o meu desabafo.
A característica que mais me agrada naqueles que não conheço ou privo é a inteligência, seja ela posta ao serviço de um ideal, de um governo, de uma profissão, de um desporto ou do humor. E, por isso, acabo por respeitar alguns personagens que, de outro modo, não o conseguiria fazer, por serem demasiado extremistas ou egocêntricos ou por serem demasiado redutores e circunscritos. Fundamentalmente, por serem demasiado. É o caso do Miguel Sousa Tavares, do Miguel Esteves Cardoso, do José Saramago, do Pinto da Costa, do Marcelo Rebelo de Sousa, do Quaresma, da Odete Santos, do Manuel Alegre, do falecido Champalimaud, do Francisco Louçã e de outros que agora não me ocorrem. Não é essencial que partilhem os mesmos valores, os mesmos ideais, os mesmos objectivos ou o mesmo restaurante que nós. É fundamental encontrar neles a lógica, o fundamento e o enquadramento individual e colectivo, percebê-lo e aí, respeitá-lo como tal.
Todas estas personagens representam demasiado de alguma coisa. E isso torna-os deliciosos e interessantes.
Contudo, outros há que, também ícones de alguma coisa são, apesar de tudo, causadores de asco, repúdio ou, pelo menos, genuína estupefacção . São tão cheios de si mesmo como os outros, porventura tão ou mais inteligentes mas, em dado momento ou em vários, ultrapassaram um qualquer limite racional ou irracional que nos causa transtorno e estupefacção. Ou porque colidem com os nossos valores de uma forma demasiado frontal e absoluta, de tal modo que não há absolvição possível (é o caso do padre Frederico, para não falar noutros casos mais recentes cujos processos ainda não estão concluídos), ou porque passam incólumes e impunes pela vida ao mesmo tempo que vilipendiam os restantes,
(caso do rei do carnaval ou da salta pocinhas que ora tão rápido está aqui como fugiu para o Brasil, entre outros) ou porque colidem com os próprios valores que, supostamente, defendem (ok,ok, estes tipos não têm realmente valores... mas a verve utilizada deu jeito à prosa. Pessoalmente individualizaria a laranja mecânica que já passou por todo o lado e desistiu ou foi corrido, o nome da rosa, antigo dono da coelheira e do aparelho e o soldadinho azul mar, da marinha, das peixarias e das feiras, cada qual do seu quadrante político, todos no centro no que ao resto diz respeito, viscosos como algas que fluem ao sabor da ondulação).
Destes últimos apenas o humor os safa e lhes dá uma hipótese de redenção. Tornam-se personagens coloridas de quem nos rimos para não chorar, usando-os como expiação mesquinha das nossas raivas, frustrações e ódios: dão cabo de nós mas rimo-nos porque são estúpidos, burros, imbecis, idiotas e tudo o mais que lhes quisermos chamar. E depois dessa catarse emocional, contentes connosco e com a nossa inteligência e sagacidade, levamos a mão ao bolso e reparamos que fomos roubados... outra vez... e fico sempre surpreendido sobre como é possível que uma pessoa tão inteligente como eu se tenha deixado roubar mais uma vez...
Ou como diria o Scolari... “e o burro sou eu?!”
Pois... assim parece.
E aqui fica o meu desabafo.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Conjugue o verbo votar como se fosse um político:
Eu Falto
Tu Votas
Ele vota
Nós Faltamos
Vós Votais
Eles Votam
Tu Votas
Ele vota
Nós Faltamos
Vós Votais
Eles Votam
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
As Faltas e a reciprocidade
Se os políticos faltam às votações na Assembleia... porquê a surpresa quando os eleitores faltam aos votos nas urnas?!
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Médicos despiram-se para calendário erótico
Finalistas da Faculdade de Vall dHebrón, em Espanha, querem dinheiro para a viagem de finalistas
«Queremos ir ao Caribe na Semana Santa». Que outro motivo levaria os finalistas de Medicina da Faculdade de Vall dHebrón, em Espanha, a despirem-se de preconceitos e a posarem nus para um calendário?»
in IOL
«Queremos ir ao Caribe na Semana Santa». Que outro motivo levaria os finalistas de Medicina da Faculdade de Vall dHebrón, em Espanha, a despirem-se de preconceitos e a posarem nus para um calendário?»
in IOL
Após tomar conhecimento desta iniciativa, o sindicato dos professores SEMPROFE veio anunciar que também os professores de Portugal posarão nús para um Boletim do Ministério da Educação, caso o modelo de avaliação actual não seja suspenso. Desta forma, pelo menos, os professores poderão ser avaliados em competências que, tanto os pais, como os alunos, como os colegas de trabalho, estarão aptos a avaliar e, em alguns casos, estarão mesmo ávidos em avaliar.
A SEMPROFE anunciou também que, não conseguindo suspendar o actual modelo de avaliação, conseguirá pelo menos tornar algumas outras coisas suspensas... que é como quem diz, ao pendurão...
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Neve!!
Este fim de semana levaram-me à neve. A minha mãe diz que somos da mesma família, que somos iguais em tudo, tal como o BPN e a CGD são iguais em tudo, excepto na liquidez, de forma que fiquei desconfiado. Afinal, a mãe tinha razão! Somos mesmo parecidos! E a analogia com os bancos também é perfeita! Senão vejamos:
O gelo é liso – os bancos estão lisos! Hehehe...
histórias de embalar...
Enfim, foi um fim de semana especial. Fizemos uma viagem de automóvel de várias horas, tivemos que comprar correntes de neve para subir à montanha e vimos carros despistados porque teimaram em não comprar correntes. A minha mãe não se conteve e, de cada vez que via um carro despistado dizia: “mais um BPN”. Depois fizemos todos snowboard até que uma avalanche soterrou três esquiadores. Foi impressionante ver dezenas de pessoas a furar a neve a procurar pessoas soterradas.
Vá lá que desta crise ninguém se magoou nem saiu mais pobre...
Subscrever:
Mensagens (Atom)





