sexta-feira, 24 de abril de 2009

It's an alien world


Notícia no portal IOL:

Um astronauta americano com 77 anos, membro da tripulação "Apollo 14" afirma que a Nasa encobre o facto de existir vida no espaço e que os aliens são "hostis" mas "que já foram embora"; que são "pequenos e estranhos" e que sabe ter sido esse fenómeno "abafado por todos os governos nos últimos 60 anos".

Cita a fonte como sendo o jornal britânico The Telegraph.

Achei a notícia ridícula por vários motivos:
1º)Com 77 anos, parece-me que poderá já não saber muito bem o que diz ou pelo menos está susceptível a algumas "confusões" (não desfazendo dos que mantém a sua sanidade!)
2º)A afirmação surge num jornal inglês (The telegraph) o que também não dá muita confiança...
3º) "Os aliens são hostis mas já se foram embora" - foram-se embora porquê? afinal não encontraram nada que lhes servisse? De medo não foi certamente, dado que a tecnologia necessária para aqui chegar estaria muito para lá da nossa.
4º) É curioso como os aliens entram em contacto apenas com os governos e forças militares! Enfim, são tão avançados que conseguem identificar quem realmente tem poder!!
5º) E mais niguém os consegue ver com tanto paparazzi que para aí anda!!!!

Enfim,...fui ler a notícia ao site e, a não ser que a notícia impressa seja diferente da notícia online, o que é possível, quem a adaptou para o IOL tinha acabado de comer cogumelos às cores ou então tinha acabado de ler algum livro do David Brin.

E a conclusão é... porque raio perco eu tempo a ler as notícias do IOL?!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Happy BirthdEye

To all those who believe they are bleyend by the light and keep their eyes closed shut.

To those who embrace the dark but long for the light and

To those who don't know where the darkness ends and the light begins

and to you...



happy birthdeye

segunda-feira, 20 de abril de 2009

to ler ou not to ler

Não ter internet em casa faz com que tenha muito mais tempo para a leitura:

Ando a fazer a digestão de:
O olho do mundo – Robert Jordan
Scorecard de Capital Humano de José Bancaleiro
De Bom a Excelente de Jim Collins
The Mind Map Book de Tony & Barry Buzan

O primeiro é de aventura/fantasia à la “Senhor dos Anéis”; aliás, é uma cópia decalcada ou então uma extensão da grande obra de tolkien

Os restantes, são leitura profissional. A practicalidade de José Bancaleiro na gestão de Recursos Humanos, a curiosidade de uma liderança de nível 5 que não se encontra nas empresas nem nos nomes mais sonantes (de acordo com Jim Collins e uma ferramenta interessante para trabalhar a memória, a criatividade e a organização nos mapas mentais dos Buzan.

Confesso: São todos interessantes mas gosto mais do primeiro :)

sexta-feira, 17 de abril de 2009

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Random thoughts...

Há palavras normais e palavras premium. O mesmo acontece com as expressões.

A culpa não é do marketing! É da formatação do nosso cérebro. As palavras são apenas instrumentos, chaves que abrem determinadas portas.



e todos nós exigimos premium! Ainda que, por vezes, queiramos apenas pagar o básico.

Ou como diz um amigo meu: "bifinho do lombo"

terça-feira, 7 de abril de 2009

Pensamento do Dia

A eternidade é infinita ou a raça humana torna-a finita quando a liga à sua existência?

segunda-feira, 6 de abril de 2009

quarta-feira, 1 de abril de 2009

segunda-feira, 30 de março de 2009

Turnover

Um estudo efectuado nos Estados Unidos, em especial na indústria informática, a propósito do aumento sustentado do turnover (saída voluntária) que se verificou nos últimos anos, chegou à conclusão que a principal razão para tal facto se encontrava na desconfiança existente entre o management e os empregados.



Gostava de conhecer os resultados de um estudo semelhante efectuado em Portugal...

terça-feira, 24 de março de 2009

Home sweet home



A paz ensurdecedora do topo do mundo é a experiência mais purificadora que conheço. Antes de subir ao topo convém fazer backup da memória porque é certo que após algum tempo esquecemo-nos que o mundo existe. E se a ignorância que resulta do esquecimento não nos purificar, não sei o que o poderá fazer.




O bem e o mal não têm significado aqui. Dorme. Fecha os olhos e flutua na névoa eterna dos sonhos que não existem senão aqui; dos sonhos em que o desejo se extingue na imensidão deste mundo imaginário, porque impenetrável à vista. Poderás desejar o que não vês? Claro que sim, mas desejar o quê e com que intensidade, se não podemos medir a distância que separa a imaginação da realidade?

Time Vault

Transvision Vamp 1

Transvision Vamp 2

Quando se falava da Madonna eu gostava de Transvision Vamp...

Pessimismo

Penso, logo desisto.



de(s)carte essa ideia

Desencontros

Por vezes, há pessoas cuja frequência sintonizamos.
Por vezes, essas pessoas sintonizam outras frequências.
Há uma frequência que sempre frequentarei, independentemente de estar ou não sintonizada comigo.
Em dias AM e em dias FM.

sexta-feira, 13 de março de 2009

A Máscara - parte II

Porque é que as pessoas escrevem em blogs aquilo que não ousam dizer noutro contexto?

Acarinho a ideia de que os blogs tenham nascido como um “upgrade” tecnológico dos diários de papel, usados essencialmente por adolescentes do sexo feminino. Se não foi assim, penso que, pelo menos, se tenham disseminado pela mesma razão: a possibilidade de alguém se abrir ao exterior sem comprometer o seu 'eu' social, sem passar pelo crivo da censura, da frieza, da indiferença, da chacota e da estupidez dos outros que provavelmente resultaria de uma abertura real do nosso íntimo. Porque revela fraquezas, vulnerabilidades, que são exploradas pelos outros, ou assim o pensamos, de um modo que nos rebaixarão ou vexarão. Desta forma, é muito mais confortável abrirmo-nos ao mundo encobertos pela capa do anonimato, resguardados na segurança de um "nickname" que tanto nos pode descrever, como descrever um alter-ego ou alguém que nós gostaríamos de ser, com a vantagem adicional de termos a fantasia de que alguém está a ler o que escrevemos, o entende e se solidariza connosco. Alguém para além de nós. É esse o “upgrade” do diário de papel. Passamos do “one-on-one” fictício para um “one-to-many”.

Contudo, o anonimato de um blog é uma ilusão a partir do momento em que o divulgamos a um amigo. Esse é o momento em que passamos a pertencer ao universo global e deixamos para trás o nosso microcosmos. É o momento em que um post pessoal deixou de ser privado porque mais alguém tem acesso a ele. Alguém que nos conhece. Alguém que nos conhece e que conhece outras pessoas, que conhecem outras pessoas e, em poucas interacções, chegamos a alguém que conhece o Dalai Lama, o Barak Obama ou o Alberto João Jardim e podemos até interagir com eles. Os blogs deixaram de ser diários românticos onde alguém se expressa para uma proto-imagem de si próprio, alguém que nos compreende, para passarem a ser redes de contacto, redes de comunicação tentaculares que nos levam de um lado ao outro do planeta num infinitésimo de segundo, canais virtuais que levam o nosso ideário junto de outros onde pode ou não ser confrontado pelos outros, cada um interpretando-o à sua própria luz, produzindo reacções tão distintas quanto distintas forem as culturas, as vivências, as ideologias...

Quando se escreve num blog e se torna esse blog público está-se deliberadamente a aceitar que o mesmo seja sujeito ao escrutínio dos restantes. Diria mesmo que esse é o desejo impulsionador para a criação do blog. Mas ninguém nos garante que as respostas, a existir, serão tão cândidas quanto as do nosso 'eu' do diário de papel.

E isto pode acontecer no anonimato total do autor ou num anonimato parcial, sendo que será quase inevitável que aconteça no segundo caso. Principalmente, quando todos, por norma, flutuam debaixo do mesmo véu de obscuridade, agigantando-se de coragem por serem absolutamente invisíveis (É o mesmo fenómeno do condutor português ainda que com contornos menos obnóxios).

Por isso acho curioso que se verifiquem algumas coisas como:
- alguém ficar melindrado por causa de uma resposta a um post (que não seja ofensiva ou de educação duvidosa)
- alguém existir na blogosfera e ficar chocada com a interacção
- alguém criar um blog, divulgá-lo e depois ter medo de escrever nele para que ninguém a quem o divulgou perceba a que se refere.
- alguém escrever um post e não perceber que pode provocar uma reacção inesperada ou uma interpretação distinta.


Esta é a minha forma de ver este mundo. Não creio que esteja errada, mas já me enganei antes.


Deparei-me entretanto com outras formas, com outras existências, com outras máscaras que vêm o mesmo mundo de outra forma. Tanto ficam geladas comigo, como entram em ebulição.

De um modo ou de outro, para mim é sempre causa de degelo.

sábado, 7 de março de 2009

Agora sim... Escutismo

Escutismo

Ontem escutei. Comecei por escutar zurzidos incompreensíveis. Depois os zurzidos ganharam corpo e tornaram-se consequentes. Mais tarde deixaram de ser zurzidos e passaram a ser queixumes, opiniões, perguntas e respostas, diálogos sérios e tontos. Já de madrugada fiz o resumo do dia com a leveza de uma conversa chill out e acabei a sonhar com gatos.

às vezes sabe mesmo bem procrastinar com a doçura de uma(s) boa(s) conversa(s) até às tantas, ainda para mais com pessoas inteligentes...

quinta-feira, 5 de março de 2009

O custo do pão

O pão é O alimento base dos portugueses. Daqueles que acompanham caviar com pão, dos que acompanham enchidos com pão, daqueles que barram nele a manteiga ou daqueles que acompanham pão com pão porque não há dinheiro para mais. Por isso, sempre que falam em aumentar o preço do pão, estão a falar no aumento generalizado do custo de vida de todas as famílias, com maior incidência naquelas que têm muito pouco.

Isto a propósito de uma dose de pão que nos foi servida num restaurante que, por sinal, até é bastante agradável, com a excepção de ter que pagar 1,5 euros por isto:


altura: 2 cms; largura: 5 cms; comprimento: 10 cms



Só mesmo por "capricho" se pode considerar este preço justo...

terça-feira, 3 de março de 2009