sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

vocês sabem de quem é que eu estou a falar...

Há quem se diga cansado e aproveita para descansar nos momentos calmos e introspectivos dos temas Mogwai...



não desconfiando que esses momentos calmos não se mantém por muito tempo e terminam com uma explosão súbita de raiva melódica que levanta os mortos, os vivos e os assim-assim...



:))

Mogwai - palavras para quê?

Os Mogway gerem habilmente os silêncios entre a harmonia e a explosão sónica criando um turbilhão de sentimentos que vagueiam muito rapidamente da depressão para a euforia. E ao vivo, o que se perde em detalhes ganha-se em violência emocional.

São enormes!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

º

conversa casual entre amigos.... alguém diz:

"Contrariamente à Igreja, eu concordo com o casamento entre homossexuais. Não vejo problema nenhum num casamento de um paneleiro com uma fufa!..."

:)

sorry for the french...

sábado, 31 de janeiro de 2009

dumb asses

DJ Tiga no Casino Estoril

Não me queria ir deitar sem dedicar uma loa à grande festa no Casino Estoril com o DJ Tiga. Perfeitamente desconhecido para mim, tanto podia ser o avô (Can)tiga(s) como o (Pos)tiga, mas saiu um excelente DJ, capaz de manter um ritmo constante, com uma selecção excelente de temas e com uma atitude impecável! Foi pena o Casino ter que fechar porque por ele, a festa continuava noite fora.

É claro que a festa foi boa não apenas por causa da música mas, essencialmente, por causa da boa companhia dos grandes amigos (vocês sabem quem são) e, mais importante que aqueles que foram, foram os que não foram mas que nos permitiram dar uma de VIPs com pulseirinha preta, a beber à pala no bar exclusivo do casino. Quanto mais não fosse, só o facto de podermos gozar com as pulseirinhas laranja florescente do resto do pessoal já valia a pena :). E quer se queira quer não, com mais ou menos snobismo à mistura, a verdade é que de vez em quando sabe bem estar nesta posição.

Não tem nada a ver mas ouvi uns rumores de que os casos Freeport e Maddie estão de alguma forma relacionados e que, afinal, ninguém é inocente neste mundo. Para além de mim, claro.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

A Máscara


Cada um de nós tem, pelo menos, uma. Usamo-la conscientemente para passar uma mensagem que, de outro modo, poderia não ser exequível ou credível.

O que me surpreendeu quando me apercebi disto é desconhecer até que ponto essa máscara é algo que esconde a nossa face/comportamento exterior para levarmos alguém ao engano por algo que nos interessa ou se é, pelo contrário, uma forma de desviar as atenções desse nosso exterior, para guiar alguém até aquilo que realmente somos?

A decepção está em não usar a máscara ou no seu uso?

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Calma e descontracção!

Eu que ainda sou pequenino, acho que o que falta à religião é um bocadinho de descontracção. Por isso, riam-se todos na graça do senhor:

Uma solteirona descobre que uma amiga ficou grávida só com uma oração que rezou na igreja de uma aldeia próxima.
Dias depois, a solteirona foi a essa igreja e disse ao padre:
- Bom dia, padre.
- Bom dia, minha filha. Em que posso ajudá-la?
- Sabe, padre, soube que uma amiga minha veio aqui e ficou grávida só com uma ave-Maria.
-Não, minha filha, foi com um padre nosso, mas já o transferimos.


E depois, as meninas têm que ter cuidado é com os muçulmanos, não é ?!?!

A torre e o minarete.

Eu tenho uma amiga muçulmana.

Ainda não lhe perguntei se ficou ofendida ou não com o Cardeal D. José, por recomendar às raparigas portuguesas para pensarem muito bem antes de iniciarem uma relação com um muçulmano. Foi um momento infeliz de alguém que tem “responsabilidades”, porque se espera que o cargo de Cardeal seja tão político quão religioso. No entanto, a principal responsabilidade de um padre, deverá ser o seu rebanho, ou pelo menos assim o recordo dos tempos em que ia à missa. E nesse sentido, as palavras proferidas não foram mais do que o que qualquer um de nós, não muçulmano e mínimo conhecedor das práticas muçulmanas, pensa sem vocalizar. Acredito até, que muitas mulheres muçulmanas sublinhariam as palavras do cardeal, especialmente aquelas que convivem com a nossa cultura e podem ver em primeira mão as diferenças fundamentais que norteiam as nossas atitudes para com o sexo feminino. Acredito que essa minha amiga seria uma dessa mulheres, quanto mais não seja porque já sofreu uma desilusão “amorosa” que, para bem dela, não se concretizou em “casamento”.

Não sou católico, nem cristão, nem religioso, mas confesso que passei a respeitar um pouco mais o cardeal depois deste episódio.

Mas...ainda o meu medidor de respeito não tinha subido quase nada e o senhor Cardeal meteu os pés pelas mãos e entrou na demagogia outra vez, com a história da homossexualidade e de que um homossexual pode ser cristão e obedecer às práticas cristãs mas que, para que tal aconteça, não pode ter sexo (pelo menos da forma “pecaminosa” que ele quer.

Posso dizer-vos que fiquei de tal forma abismado que tive uma epifania! Nesse preciso momento, que abalou toda a minha convicção anti-religiosa descobri a fórmula matemática que justifica a posição da igreja sobre a homossexualidade!

Ora atentemos na inequação defendida pela Igreja:



Ora então, temos que didivir ambos os ramos por sexual, para eliminar a líbido do homossexual. Como se sabe, podemos multiplicar ou dividir ambos os membros da inequação por qualquer valor, desde que seja o mesmo valor. Assim ficamos com:


Também é sabido que se podem cortar valores iguais de um dado membro, levando-nos a cortar a palavra sexual, utilizando para o efeito a barra vermelha da diferença, porque é o que está mais à mão... e ficamos com:



Mais limpinho:


Ora nós sabemos pela wikipedia que Homo é o género que inclui o homem moderno e os seus parentes próximos, mas que todos nós temos algumas diferenças que nos permitem ser indivíduos únicos. Assim, o “s” de Homos vai ser utilizado para pincelar essa diferença na nossa igualdade como espécie, obtendo nós o resultado final:
(para quem não sabe, o til em cima do sinal de igual quer dizer “mais ou menos igual”)




Tcharám!!! a Igreja tem razão, corroborada com um método totalmente científico.

A implicação é demolidora:

A espécie Homo é constituída pela cristandade dividida pelo sexo!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Heil to another New Year





Ano novo vida nova.

Eu bem disse que gostava de frases feitas!

E este ano, mais do que nos anteriores, a mudança é mais significativa, mais gelada. As frentes frias são muitas. Eleições, governo, oposição, crises, frio, desmotivação, desemprego, desespero, vergonha, ou a falta dela. Este, é um país triste, onde fecham a fábrica do Zé Povinho, que já estava amordaçado, onde a política é o braço sigiloso da corrupção, onde a televisão nos contagia com a crise, onde a fé perdeu a vergonha e até um paraplégico bêbado atropela um agente da GNR. O próprio céu parece urinar-nos em cima neste momento.

Para qualquer lado que olhemos, nevoeiro cerrado e ninguém colocou placas para que nós, portugueses, nos orientemos. E bem sabemos que somos orfãos de pai, desde que o D.Sebastião se finou e que, por isso, vamos logo a correr para a saia da mãe, muito chorosos, a pedir carinhos. Nem sequer pedimos ajuda, apenas conforto!

Que tontos somos!

Não acredito em neo-salazarismos, mas tenho pena de sermos uns carneiritos governados por cães e que são os lobos os únicos a tirar proveito da situação. A grande questão mantém-se: ninguém consegue mudar o sistema por dentro, porque não quer ou porque não-lho permitem e por fora... ainda está para vir a revolução que resulte. A melhor hipótese que temos, enquanto nação, é esperar que os representantes sejam moderadamente honestos e que, pelo menos, dêem uma no cravo e outra na ferradura.

Por isso, este ano, vou plantar uma placa e vou deixar a árvore, o livro e o filho para mais tarde. Uma placa a apontar para mim. Para me lembrar que sou eu que construo o meu caminho e que, mesmo que tenha que enfrentar duas opções más, saiba escolher a menos má.

Ano novo, vida nova... ou mais do mesmo.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

21 "coisas boas" e 25 "coisas más" de 2008

Enfim... estou a crescer e os aniversários existem para que possam ser comemorados e também como pontos de reflexão para que se possa avaliar um ano que passou e projectar o(s) próximo(s).

Ora o calendário gregoriano volta a fazer mais um ano e como ele não fala, há sempre um conjunto de maganos que fala por ele.

Porquê 21 coisas boas e 25 más? Porque foram mais os factos negativos. Não são sempre? Talvez porque se sintam com mais força...
Nasci há pouco tempo e podem faltar algumas "coisas" importantes. Se for o caso, acrescente-as à vontade, quem quiser...







Casa Pia...

dura e dura... Será que prescreve quando todas as vítimas forem maiores de idade?

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Quando o fim é o começo, não sei se digo bem-vindo ou se me despeço.

Gosto de frases feitas. E gosto de citações. Gosto do caminho que elas desbravam, mesmo que não apontem uma direcção definida. A imagem mental que me ilustra esta sensação é a de alguém que, após uma hora a cortar mato com uma catana, mato que subia bem acima da sua cabeça e que lhe toldava a visão, cortou os últimos talos de bambú ou girassol, as últimas giestas e carquejas, para se deparar com uma planície extensa, aberta, infinita de possibilidades.


Estas frases inspiram quem as ouve a pensar, a imaginar e a agir melhor do que se pendurassem uma cenoura numa vara de salgueiro à frente dos nossos olhos.

Recentemente deparei-me com uma destas frases, na blogosfera, no blog do Il Mister, amigo do peito, ‘postada’ por um tal de utopista:

“Fica a sensação de que, depois de tudo feito, ainda falta fazer... o resto.”

Num ápice, o meu inconsciente encontrou dezenas de caminhos, dezenas de possibilidades a brotar dessa única frase. Poderia criar um blog inteiro com ela. Não o vou fazer, mas voltarei a ela, seguramente, no futuro.

Para já, noto unicamente o quanto essa frase faz sentido quando aplicada ao final de cada ano...



Delicio-me com a inteligência dos outros e surpreendo-me sempre com a minha

a propósito do Zé sempre em pé da política... que vai concorrer novamente a eleições...

A característica que mais me agrada naqueles que não conheço ou privo é a inteligência, seja ela posta ao serviço de um ideal, de um governo, de uma profissão, de um desporto ou do humor. E, por isso, acabo por respeitar alguns personagens que, de outro modo, não o conseguiria fazer, por serem demasiado extremistas ou egocêntricos ou por serem demasiado redutores e circunscritos. Fundamentalmente, por serem demasiado. É o caso do Miguel Sousa Tavares, do Miguel Esteves Cardoso, do José Saramago, do Pinto da Costa, do Marcelo Rebelo de Sousa, do Quaresma, da Odete Santos, do Manuel Alegre, do falecido Champalimaud, do Francisco Louçã e de outros que agora não me ocorrem. Não é essencial que partilhem os mesmos valores, os mesmos ideais, os mesmos objectivos ou o mesmo restaurante que nós. É fundamental encontrar neles a lógica, o fundamento e o enquadramento individual e colectivo, percebê-lo e aí, respeitá-lo como tal.

Todas estas personagens representam demasiado de alguma coisa. E isso torna-os deliciosos e interessantes.

Contudo, outros há que, também ícones de alguma coisa são, apesar de tudo, causadores de asco, repúdio ou, pelo menos, genuína estupefacção . São tão cheios de si mesmo como os outros, porventura tão ou mais inteligentes mas, em dado momento ou em vários, ultrapassaram um qualquer limite racional ou irracional que nos causa transtorno e estupefacção. Ou porque colidem com os nossos valores de uma forma demasiado frontal e absoluta, de tal modo que não há absolvição possível (é o caso do padre Frederico, para não falar noutros casos mais recentes cujos processos ainda não estão concluídos), ou porque passam incólumes e impunes pela vida ao mesmo tempo que vilipendiam os restantes,
(caso do rei do carnaval ou da salta pocinhas que ora tão rápido está aqui como fugiu para o Brasil, entre outros) ou porque colidem com os próprios valores que, supostamente, defendem (ok,ok, estes tipos não têm realmente valores... mas a verve utilizada deu jeito à prosa. Pessoalmente individualizaria a laranja mecânica que já passou por todo o lado e desistiu ou foi corrido, o nome da rosa, antigo dono da coelheira e do aparelho e o soldadinho azul mar, da marinha, das peixarias e das feiras, cada qual do seu quadrante político, todos no centro no que ao resto diz respeito, viscosos como algas que fluem ao sabor da ondulação).

Destes últimos apenas o humor os safa e lhes dá uma hipótese de redenção. Tornam-se personagens coloridas de quem nos rimos para não chorar, usando-os como expiação mesquinha das nossas raivas, frustrações e ódios: dão cabo de nós mas rimo-nos porque são estúpidos, burros, imbecis, idiotas e tudo o mais que lhes quisermos chamar. E depois dessa catarse emocional, contentes connosco e com a nossa inteligência e sagacidade, levamos a mão ao bolso e reparamos que fomos roubados... outra vez... e fico sempre surpreendido sobre como é possível que uma pessoa tão inteligente como eu se tenha deixado roubar mais uma vez...


Ou como diria o Scolari... “e o burro sou eu?!”

Pois... assim parece.
E aqui fica o meu desabafo.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

novas medidas de segurança...

a partir de agora , quando um segurança disser para outro "algo cheira mal"... pode ser literal!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

BUSHca!!!! BUSHca!!!!!


Conjugue o verbo votar como se fosse um político:

Eu Falto
Tu Votas
Ele vota
Nós Faltamos
Vós Votais
Eles Votam

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

As Faltas e a reciprocidade

Se os políticos faltam às votações na Assembleia... porquê a surpresa quando os eleitores faltam aos votos nas urnas?!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Médicos despiram-se para calendário erótico

Finalistas da Faculdade de Vall dHebrón, em Espanha, querem dinheiro para a viagem de finalistas

«Queremos ir ao Caribe na Semana Santa». Que outro motivo levaria os finalistas de Medicina da Faculdade de Vall dHebrón, em Espanha, a despirem-se de preconceitos e a posarem nus para um calendário?»
in IOL




Após tomar conhecimento desta iniciativa, o sindicato dos professores SEMPROFE veio anunciar que também os professores de Portugal posarão nús para um Boletim do Ministério da Educação, caso o modelo de avaliação actual não seja suspenso. Desta forma, pelo menos, os professores poderão ser avaliados em competências que, tanto os pais, como os alunos, como os colegas de trabalho, estarão aptos a avaliar e, em alguns casos, estarão mesmo ávidos em avaliar.


A SEMPROFE anunciou também que, não conseguindo suspendar o actual modelo de avaliação, conseguirá pelo menos tornar algumas outras coisas suspensas... que é como quem diz, ao pendurão...



quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Neve!!


Este fim de semana levaram-me à neve. A minha mãe diz que somos da mesma família, que somos iguais em tudo, tal como o BPN e a CGD são iguais em tudo, excepto na liquidez, de forma que fiquei desconfiado. Afinal, a mãe tinha razão! Somos mesmo parecidos! E a analogia com os bancos também é perfeita! Senão vejamos:
O gelo é liso – os bancos estão lisos! Hehehe...
histórias de embalar...

Enfim, foi um fim de semana especial. Fizemos uma viagem de automóvel de várias horas, tivemos que comprar correntes de neve para subir à montanha e vimos carros despistados porque teimaram em não comprar correntes. A minha mãe não se conteve e, de cada vez que via um carro despistado dizia: “mais um BPN”. Depois fizemos todos snowboard até que uma avalanche soterrou três esquiadores. Foi impressionante ver dezenas de pessoas a furar a neve a procurar pessoas soterradas.



Vá lá que desta crise ninguém se magoou nem saiu mais pobre...